Friday, February 24, 2012

Uma luta

Em tempos em que o Ministério da Saúde veta algumas campanhas  para não chocar a moral da tradicional família brasileira é bacana ressaltar as iniciativas que - bravamente - vão na contramão e assumem os riscos de dizer o que precisa ser dito.
É o caso do documentário O Lado Positivo do Fabrício que traz um depoimento delicado e corajoso sobre a Aids.

Quem já viu, beleza.
Quem não viu, recomendo:

O Lado Positivo do Fabrício from Fabio Bagatoli on Vimeo.

10 comments:

Michele said...

Depois vou assistir com calma.
Ler Fred também é cultura.
Adoro!

Um beijo

Vanderson said...

Muito bom e informativo o vídeo!
E o pior com certeza é o preconceito!
Abraçoooo! ;)

DPNN said...

legal o vídeo, muitos jovens acham que AIDS não existe mais e ela se alastra com base nisso.

Vi esta notícia aqui e me lembrei de você na hora: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/02/empresa-sul-africana-oferece-servico-com-encanadores-e-faxineiros-nus.html

Thiago said...

Me única preocupação com a possibilidade de eu eventualmente me contaminar é em relação ao sexo oral.

Posso viver a vida inteira praticando sexo anal com camisinha mas sexo oral com capa é muito ruim.E apesar de as chances de se contaminar serem bem pequenas dessa forma ainda existem.

Anderson Kbção ® said...

impactante este vídeo...

leilaalmada said...

Parabéns pelo post princeso querido =)!!
É isso aí!!

Bjo bjo em vc seu lindo!!

Daniel said...

you and I are gonna live forever!

lindo vídeo!

Serginho Tavares said...

o video é lindíssimo, muito informativo!

railer said...

não conhecia. assisti a todo documentário com calma e gostei muito. emocionante.

realmente o mundo precisa de pessoas assim, com coragem e atitude. é bom pra gente pensar o que a gente tem feito de bom pelos outros e também se movimentar pra fazer alguma diferença.

Wans said...

Tive um tio, irmão da minha irmã que morreu de Aids. É fodão conviver com isso na família. Lá emc asa, ninguém falava a respeito, era como se não existisse. Minha mãe achava que ser gay era sentença de morte. Hoje, com Melo, ela pensa diferente.

bjão!